segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Mentiras sinceras II

Hoje eu encontrei no meio das minhas coisas aquela pulseirinha que você me deu pra que eu nunca te esquecesse, aliás, foi isso que me levou a esse devaneio sem fim... Como é que eu poderia te esquecer?
É tão insano, vou pra rua e fico olhando pro rosto de cada um dos caras que passam, como se algum deles pudesse ser você. Desconhecidos são as minhas melhores companhias, vago por esses lugares públicos abarrotados de gente que eu costumava evitar. A questão é que eu ando com fome de gente ultimamente: ver sofrimento ou alegria alheia, que seja, me espairece, me ocupa, mas não me supre completamente. Quando é que isso vai acabar?

Nenhum comentário:

Postar um comentário