Chega de crer em falsas promessas, de esperar mudanças que não vêm, de viver hoje e pelos próximos quinze dias só existir em um corpo que vaga por entre os outros sem expectativas, morto, aguardando a próxima oportunidade de funcionar.
A existência vale pouco, quase nada. Pode-se afirmar que fulano viveu e então ele conheceu pessoas, fez amigos, foi o esposo, o pai, o chefe, o empregado, o cara da banca de jornal, mas se eu disser que alguém existiu estarei afirmando que ele esteve ali em corpo, não em essência, não realmente, sendo tão irrelevante que raramente foi notado...
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